A “malvada repressão” do governo de Donald Jhon Trump

A “malvada repressão”, entre aspas, do governo de Donald J. Trump contra os “imigrantes” ilegais é, para muitos, considerada um direito, ou até uma obrigação da América, para colocar ordem no caos e limpar seu território de bandidos, assassinos e terroristas disfarçados de “refugiados” ou “imigrantes”.

O governo Biden, por outro lado, foi criticado por facilitar a entrada de criminosos nos Estados Unidos.

Aqueles que criticam a “faxina” promovida pelo governo Trump deveriam convidar esses “anjinhos” para morar em suas casas.

No entanto, é difícil esperar algo diferente de demagogos que condenam a invasão da casa alheia, mas se recusam a permitir que a sua própria casa seja invadida.

Lógico que muitos são imigrantes fugindo de ditaduras, mas a grande maioria não; são bandidos, terroristas e extremistas disfarçados de refugiados.

Quantos crimes hediondos ainda irão acontecer nos EUA até a mídia vendida e carcomida chegar à conclusão do perigo que esses terroristas causam?

O governo e a administração Trump estão mais do que corretos em reprimir e mandar de volta para seus países de origem assassinos, terroristas e bandidos travestidos de refugiados.

“A verdadeira compaixão não está em abrir as portas cegamente, mas em proteger os americanos inocentes e garantir que a justiça prevaleça. Um país sem fronteiras seguras é como uma casa sem portas: vulnerável e entregue ao caos.”

Léo Vilhena

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  • Sobre o autor

    Léo Vilhena é fundador da Rede GNI e atua há mais de 25 anos como jornalista e repórter, com passagens por veículos como Jornal Unidade Cristã, Revista Magazine, Rede CBC, Rede Brasil e Rede CBN/MS. Recebeu o Prêmio de Jornalista Independente, em 2017, pela reportagem “Samu – Uma Família de Socorristas”, concedido pela União Brasileira de Profissionais de Imprensa. Também foi homenageado com Moções de Aplausos pelas Câmaras Municipais de Porto Murtinho, Curitiba e Campo Grande.

    Foi o primeiro fotojornalista a registrar, na madrugada de 5 de novembro de 2008, a descoberta do corpo da menina Raquel Genofre, encontrado na Rodoferroviária de Curitiba — um caso que marcou a crônica policial brasileira.

    Em 2018, cobriu o Congresso Nacional.

    Pai de sete filhos e avô de três netas, aos 54 anos continua atuando como Editor-Chefe da Rede GNI e colunista do Direto ao Ponto, onde assina artigos de opinião com olhar crítico, humano e comprometido com a verdade.


    "Os comentários constituem reflexões analíticas, sem objetivo de questionar as instituições democráticas. Fundamentam-se no direito à liberdade de expressão, assegurado pela Constituição Federal. A liberdade de expressão é um direito fundamental garantido pela Constituição Federal brasileira, em seu artigo 5º, inciso IV, que afirma que "é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato"


    NOTA | Para ficar bem claro: utilizo a Inteligência Artificial em todos os meus textos apenas para corrigir eventuais erros de gramática, ortografia e pontuação.

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