Eu volto a tocar neste assunto porque, lembrei absolutamente sem querer que hoje completam dez anos do meu laudo psiquiátrico.
Repetirei o que já afirmei reiteradas vezes e falo com enorme sinceridade: não sou melhor do que ninguém, não me acho, jamais me achei, porque de fato não sou.
Ponto.
Algumas pessoas me chamam de inteligente, outras de muito inteligente, e há aquelas que exageram: “O Léo Vilhena é um gênio.”
Eu penso logo naquele gênio gordo saindo de uma lâmpada velha, enferrujada, toda empoeirada e amassada.
Ou será que eu seria como a Jennie, um gênio? Ui ui ui…
Por que lembrei desse assunto? Porque hoje, 9 de março de 2026, fazem dez anos do meu laudo psiquiátrico de avaliação de QI: 130.
Mas calma lá… Pensem comigo.
O QI médio dos brasileiros é estimado em torno de 87 a 90, segundo pesquisas internacionais sobre inteligência e testes de QI.
Alguns pontos importantes:
Referência global: a média mundial de QI é definida como 100, com desvio padrão de 15 pontos. Isso significa que o Brasil está abaixo da média global, segundo esses estudos.
Meu QI foi laudado e estimado em 130, consideravelmente acima da média brasileira, o que me posiciona entre os 2 a 3 por cento mais altos do país e também acima da média mundial.
Mas, pensem comigo: se eu fosse um gênio, e definitivamente não me acho, o que dizer de Einstein e outros verdadeiros gênios, estimados entre 190 e 200 de QI?
Perto dessa turma, sou como um parasita vivendo na bosta de um mendigo com câncer terminal e lepra.
Sem mais, para eu não vomitar…
Léo Vilhena





