Ele chega na hora certa

Eu desejo, do fundo do meu coração, que você não leia este texto apenas como palavras escritas para formar uma narrativa.

Ele é muito maior do que isso.

É uma celebração a Deus, o nosso Rei, a Jesus, o nosso Senhor, e ao Espírito Santo, o nosso Redentor. Fruto de um coração grato pelo Senhor de nossas vidas.

É também um convite aos cansados, desanimados e desencorajados. A todos que enfrentam dias difíceis. A todos que acham que estão sem saída. Não desistam. Aprendam a esperar e a confiar, em todo o tempo, nAquele que nunca falha, que não dorme e que jamais chega atrasado.

Deus é um Deus presente, onipresente, que chega exatamente na hora certa.

Não é na sua hora ou na minha. É no tempo, na hora e no momento dEle.

Hoje, terça feira, dia 10, tive mais uma prova, entre tantas que já vivi, de que a suficiência de Deus chega justamente quando acreditamos ter alcançado o limite. Quando parece que não há mais solução, Ele se manifesta. E hoje Ele chegou, trazendo a resposta e a solução para o milagre que eu tanto precisava.

Agradeci. Agradeço. Orei. Clamei. Chamei. Chorei.

Com os olhos cheios de ciscos, e o coração transbordando de gratidão, agradeci ao Senhor pelos milagres de ontem, pelo milagre de hoje e pelos milagres que ainda virão amanhã.

Se o André Valadão me ensinou que “o meu milagre vai chegar”, hoje posso dizer com alegria e reverência que ele chegou. O milagre, o livramento, a cura…

Nunca duvidei. Ele abre portas onde não existem entradas ou passagens.

Porque quem aprende a confiar em Deus entende que o silêncio de hoje muitas vezes é apenas o caminho para o milagre de amanhã. E quando Ele age, tudo faz sentido. Ele chega na hora certa.

Léo Vilhena

Autor

  • Sobre o autor

    Léo Vilhena é fundador da Rede GNI e atua há mais de 25 anos como jornalista e repórter, com passagens por veículos como Jornal Unidade Cristã, Revista Magazine, Rede CBC, Rede Brasil e Rede CBN/MS. Recebeu o Prêmio de Jornalista Independente, em 2017, pela reportagem “Samu – Uma Família de Socorristas”, concedido pela União Brasileira de Profissionais de Imprensa. Também foi homenageado com Moções de Aplausos pelas Câmaras Municipais de Porto Murtinho, Curitiba e Campo Grande.

    Foi o primeiro fotojornalista a registrar, na madrugada de 5 de novembro de 2008, a descoberta do corpo da menina Raquel Genofre, encontrado na Rodoferroviária de Curitiba — um caso que marcou a crônica policial brasileira.

    Em 2018, cobriu o Congresso Nacional.

    Pai de sete filhos e avô de três netas, aos 54 anos continua atuando como Editor-Chefe da Rede GNI e colunista do Direto ao Ponto, onde assina artigos de opinião com olhar crítico, humano e comprometido com a verdade.


    "Os comentários constituem reflexões analíticas, sem objetivo de questionar as instituições democráticas. Fundamentam-se no direito à liberdade de expressão, assegurado pela Constituição Federal. A liberdade de expressão é um direito fundamental garantido pela Constituição Federal brasileira, em seu artigo 5º, inciso IV, que afirma que "é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato"


    NOTA | Para ficar bem claro: utilizo a Inteligência Artificial em todos os meus textos apenas para corrigir eventuais erros de gramática, ortografia e pontuação.

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