O ser-humano ainda pode dar certo…

Essa história real começa em um olhar atento. Pode até parecer o olhar distraído de um simples jornalista. Mas a experiência da profissão, somada ao conhecimento da psicologia, sim, também sou formado em psicologia, me ensinou a perceber sinais, olhares, gestos, atitudes e posturas nos mínimos detalhes. A leitura corporal fala mais do que mil palavras. Observo tudo ao meu redor sem demonstrar. E observo todos os detalhes. Nos mínimos detalhes. É quase natural, até por osmose.

Ontem, 20 de fevereiro, vivi um momento especial à noite. Não citarei nomes nem lugares, porque não pedi autorização. Ainda assim, preciso compartilhar o que vi e ouvi.

Quando a noite terminou, e eu, emocionado e grato, fiz questão de me despedir com um abraço respeitoso, caloroso e sincero em nosso personagem.

Foi uma noite de paz, troca de experiências, risadas e conversas leves.

Voltei para casa verdadeiramente feliz. Tive a oportunidade de conhecer mais de perto o lado humano daquele que chamarei de “O Cara”.

Ele é um homem de meia idade, na faixa dos 50 anos. Empresário de sucesso, casado, muito bem casado, com a vida estabilizada. Ainda assim, leva uma vida simples, sem regalias e sem exageros. Vive com discrição e sobriedade, destoando de muitos que pouco têm, mas fazem questão de ostentar como se fossem ‘reis e rainhas’.

Não há vaidade espalhafatosa, nem necessidade de provar nada a ninguém. Há equilíbrio. Há maturidade. Há consciência de que o verdadeiro patrimônio não está apenas no que se acumula, mas na forma como se vive e se trata as pessoas.

Essa simplicidade, longe de ser encenação, é coerente com suas atitudes. Quem é grande de verdade não precisa parecer grande o tempo todo. E talvez seja justamente essa combinação de sucesso com humildade que mais impressiona, porque revela segurança interior e caráter sólido.

Vi, sem qualquer exagero, a preocupação genuína dele com as pessoas. Gente simples, desconhecidos, que não eram parentes. Ele perguntava se já haviam comido, se estava tudo bem, se precisavam de algo. Houve um senhor, em especial, a quem pediu que aguardasse um instante. Foi pessoalmente até a cozinha, trouxe algo para ele comer e ainda fez questão de oferecer um café.

Esse cuidado, que revela grandeza de caráter, também se manifesta em outro gesto que fala por si. Um cachorro caramelo, vira lata de rua, daqueles que muitos ignorariam. Ele paga veterinário, compra comida, ração de qualidade e remédios, trata como um filho. Sabem aquelas coleiras para combater carrapatos? É… Dá abrigo, cama, carinho e atenção. Esse cuidado não é recente. Já dura mais de três anos. A alegria do caramelo quando ele chega…

Eu, particularmente, fui tratado com honra, carinho e sinceridade. Estou ali para contribuir, mas saí com uma história de vida…

Existe um detalhe que desmonta certos rótulos superficiais. Ele não é evangélico. Isso reforça uma convicção pessoal: valores cristãos não dependem de religião declarada, mas de caráter e nobreza de alma.

Como não me comprometer com alguém assim? É mais CRISTÃO do que muitos que se dizem.

Por tudo o que vi e ouvi, farei tudo o que estiver ao meu alcance, dentro da minha área de atuação, para contribuir com o crescimento de seu empreendimento, que já é sólido e respeitado. “O Cara” é empresário, homem de caráter, filho, marido e amigo.

Estou profundamente impressionado com o que vi.

Saí dali com a certeza de que ainda existem pessoas de bom coração, simples e humildes, mesmo depois de alcançarem o sucesso. E quando homens assim prosperam, prospera também o ambiente ao redor, porque liderança verdadeira começa no exemplo.

O Brasil ainda tem jeito. O ser-humano ainda pode dar certo…

Léo Vilhena

Autor

  • Sobre o autor

    Léo Vilhena é fundador da Rede GNI e atua há mais de 25 anos como jornalista e repórter, com passagens por veículos como Jornal Unidade Cristã, Revista Magazine, Rede CBC, Rede Brasil e Rede CBN/MS. Recebeu o Prêmio de Jornalista Independente, em 2017, pela reportagem “Samu – Uma Família de Socorristas”, concedido pela União Brasileira de Profissionais de Imprensa. Também foi homenageado com Moções de Aplausos pelas Câmaras Municipais de Porto Murtinho, Curitiba e Campo Grande.

    Foi o primeiro fotojornalista a registrar, na madrugada de 5 de novembro de 2008, a descoberta do corpo da menina Raquel Genofre, encontrado na Rodoferroviária de Curitiba — um caso que marcou a crônica policial brasileira.

    Em 2018, cobriu o Congresso Nacional.

    Pai de sete filhos e avô de três netas, aos 54 anos continua atuando como Editor-Chefe da Rede GNI e colunista do Direto ao Ponto, onde assina artigos de opinião com olhar crítico, humano e comprometido com a verdade.


    "Os comentários constituem reflexões analíticas, sem objetivo de questionar as instituições democráticas. Fundamentam-se no direito à liberdade de expressão, assegurado pela Constituição Federal. A liberdade de expressão é um direito fundamental garantido pela Constituição Federal brasileira, em seu artigo 5º, inciso IV, que afirma que "é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato"


    NOTA | Para ficar bem claro: utilizo a Inteligência Artificial em todos os meus textos apenas para corrigir eventuais erros de gramática, ortografia e pontuação.

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