Qualidade e eficiência têm um custo.
Em 2024 escrevi um texto que ultrapassou 30 mil visualizações e recebi muitos retornos de profissionais e prestadores de serviços.
Naquele texto comparei o meu trabalho e a minha proficiência profissional em TI com dois carros bem conhecidos. Um Fusca e uma Ferrari. Lembram?
Os dois são carros. Os dois levam você do ponto A ao ponto B. Porém existem diferenças claras em segurança, velocidade, conforto e na forma como a entrega acontece. E valores…
Este texto é curto e funciona como um complemento à reflexão que fiz em 2024.
Todo serviço ou trabalho de destaque, quando envolve qualidade e eficiência, tem um custo. E não é por grife.
É por sabedoria, conhecimento, experiência, compromisso, capacidade de entrega e responsabilidade profissional.
Os meus projetos e o meu trabalho não geram contratempos para os meus clientes. A entrega acontece dentro do prazo acordado e o pós-venda é tratado com seriedade. O suporte é premium porque o compromisso com o cliente não termina quando o projeto é concluído.
Não se trata de fazer algo em um minuto, em dez minutos, em um dia ou em uma semana. Trata se de saber como fazer e, principalmente, onde e quando fazer. Qual técnica, linguagem, abordagem ou ferramentas utilizar.
Qualidade e eficiência têm um custo. E quem entende isso não está apenas pagando por um serviço. Está investindo em tranquilidade, segurança e em resultados que realmente funcionam no mundo real. 🚀
Léo Vilhena
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Sobre o autor
Léo Vilhena é fundador da Rede GNI e atua há mais de 25 anos como jornalista e repórter, com passagens por veículos como Jornal Unidade Cristã, Revista Magazine, Rede CBC, Rede Brasil e Rede CBN/MS. Recebeu o Prêmio de Jornalista Independente, em 2017, pela reportagem “Samu – Uma Família de Socorristas”, concedido pela União Brasileira de Profissionais de Imprensa. Também foi homenageado com Moções de Aplausos pelas Câmaras Municipais de Porto Murtinho, Curitiba e Campo Grande.
Foi o primeiro fotojornalista a registrar, na madrugada de 5 de novembro de 2008, a descoberta do corpo da menina Raquel Genofre, encontrado na Rodoferroviária de Curitiba — um caso que marcou a crônica policial brasileira.
Em 2018, cobriu o Congresso Nacional.
Pai de sete filhos e avô de três netas, aos 54 anos continua atuando como Editor-Chefe da Rede GNI e colunista do Direto ao Ponto, onde assina artigos de opinião com olhar crítico, humano e comprometido com a verdade.
"Os comentários constituem reflexões analíticas, sem objetivo de questionar as instituições democráticas. Fundamentam-se no direito à liberdade de expressão, assegurado pela Constituição Federal. A liberdade de expressão é um direito fundamental garantido pela Constituição Federal brasileira, em seu artigo 5º, inciso IV, que afirma que "é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato"
NOTA | Para ficar bem claro: utilizo a Inteligência Artificial em todos os meus textos apenas para corrigir eventuais erros de gramática, ortografia e pontuação.