Vitória das mulheres biológicas: atletas trans são banidas do vôlei

A famigerada agenda woke parece estar perdendo força no mundo, e essa onda de desaceleração chegou ao Brasil.

Para desespero de marqueteiros, comunistas, socialistas e esquerdistas, a Confederação Brasileira de Voleibol comunicou, ontem, dia 14, que seguirá rigorosamente as determinações dos comitês internacionais e que, a partir de agora, estão proibidas atletas trans de disputarem competições femininas contra mulheres biológicas.

Creio, em foro íntimo, que essa decisão deva ser comemorada, mas é inegável que ela chegou tarde. E por que digo isso?
A atleta Tifanny Abreu vem disputando o circuito feminino há dez anos.


NOTA À IMPRENSA: A Confederação Brasileira de Voleibol, CBV, anunciou, em agosto de 2026, uma nova regra que restringe a categoria feminina exclusivamente a atletas do sexo biológico feminino, exigindo teste genético negativo para o gene SRY. A medida impacta diretamente a carreira da oposta Tifanny Abreu, a primeira mulher trans a atuar na elite do vôlei nacional.


O nome de batismo, referente ao registro anterior à transição, da jogadora Tifanny Abreu é Rodrigo Pereira de Abreu. Na época em que atuava no vôlei masculino, ela também era conhecida pelo apelido de Pará e era considerada uma jogadora mediana.

Essa decisão demorou, mas, na minha opinião, fez justiça às mulheres biológicas que se sacrificam para vencer no esporte.

Na prática, a partir de agora, Tiffany ou Pará, se quiser continuar jogando voleibol, terá que disputar o circuito masculino. O que eu duvido. Aposto que, em “repúdio”, vai se aposentar das quadras, destacando a injustiça contra ela, ele ou elu.

Léo Vilhena



Vitoria das mulheres biológicas: atletas trans são banidas do vôlei

Autor

  • Sobre o autor

    Léo Vilhena é fundador da Rede GNI e atua há mais de 25 anos como jornalista e repórter, com passagens por veículos como Jornal Unidade Cristã, Revista Magazine, Rede CBC, Rede Brasil e Rede CBN/MS. Recebeu o Prêmio de Jornalista Independente, em 2017, pela reportagem “Samu – Uma Família de Socorristas”, concedido pela União Brasileira de Profissionais de Imprensa. Também foi homenageado com Moções de Aplausos pelas Câmaras Municipais de Porto Murtinho, Curitiba e Campo Grande.

    Foi o primeiro fotojornalista a registrar, na madrugada de 5 de novembro de 2008, a descoberta do corpo da menina Raquel Genofre, encontrado na Rodoferroviária de Curitiba — um caso que marcou a crônica policial brasileira.

    Em 2018, cobriu o Congresso Nacional.

    Pai de sete filhos e avô de três netas, aos 54 anos continua atuando como Editor-Chefe da Rede GNI e colunista do Direto ao Ponto, onde assina artigos de opinião com olhar crítico, humano e comprometido com a verdade.


    "Os comentários constituem reflexões analíticas, sem objetivo de questionar as instituições democráticas. Fundamentam-se no direito à liberdade de expressão, assegurado pela Constituição Federal. A liberdade de expressão é um direito fundamental garantido pela Constituição Federal brasileira, em seu artigo 5º, inciso IV, que afirma que "é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato"


    NOTA | Para ficar bem claro: utilizo a Inteligência Artificial em todos os meus textos apenas para corrigir eventuais erros de gramática, ortografia e pontuação.

error: Content is protected !!
Rolar para cima