Depois da comparação entre um Fusca e uma Ferrari

Escrevi um artigo de opinião há cerca de três anos. Reformulei e reescrevi esse texto há dois meses. Nele, explico de forma clara e didática a diferença entre profissionais, serviços e estruturas de alto rendimento.

Utilizo uma metáfora simples e objetiva. A comparação entre um Fusca e uma Ferrari. Ambos são carros. Ambos andam. Ambos cumprem uma função básica. Mas são projetos completamente distintos, com níveis diferentes de engenharia, desempenho, investimento, manutenção e propósito. Essa analogia ajuda a compreender, sem rodeios, o valor real do que está sendo entregue.

Tornou-se imperioso escrever esse artigo porque um determinado cliente reclamou que eu seria um analista caro. Foi exatamente ali que percebi a necessidade de explicar, com transparência e responsabilidade, o que está por trás de um serviço profissional antes de rotulá-lo como caro ou barato.

Outro cliente, em situação semelhante, solicitou um orçamento para desenvolver um site de notícias igual, com todas as funções e a mesma robustez da REDE GNI.

Pacientemente, expliquei a complexidade e a grandiosidade do Portal GNI. Um projeto que não nasceu pronto, nem improvisado. São dezesseis anos de trabalho contínuo, aperfeiçoamento técnico, evolução editorial e investimento em recursos humanos e tecnológicos.

Como explicação objetiva, trata se de uma estrutura com mais de cem códigos entre HTML, CSS e JavaScript, trinta e cinco plugins ativos, configurados e monitorados, dezessete subpáginas integradas, indexadores internos e externos, além de um trabalho organizado, planejado e executado por seis mãos qualificadas.

Não é um portal de notícias criado de um dia para o outro. É fruto de muito trabalho, noites em claro, desenvolvimento constante e aperfeiçoamento em tempo integral.

Mesmo diante de toda essa explicação, o valor de doze mil reais, parcelado em quatro vezes, foi considerado caro.

Boa sorte.

Porque no fim das contas, preço é apenas um número quando se ignora o processo, mas valor é aquilo que permanece quando se entende o que foi construído, quanto tempo levou e quantas decisões técnicas sustentam o resultado final.

Léo Vilhena


Alguns apenas oferecem serviços. Outros resolvem o problema de verdade

Autor

  • Sobre o autor

    Léo Vilhena é fundador da Rede GNI e atua há mais de 25 anos como jornalista e repórter, com passagens por veículos como Jornal Unidade Cristã, Revista Magazine, Rede CBC, Rede Brasil e Rede CBN/MS. Recebeu o Prêmio de Jornalista Independente, em 2017, pela reportagem “Samu – Uma Família de Socorristas”, concedido pela União Brasileira de Profissionais de Imprensa. Também foi homenageado com Moções de Aplausos pelas Câmaras Municipais de Porto Murtinho, Curitiba e Campo Grande.

    Foi o primeiro fotojornalista a registrar, na madrugada de 5 de novembro de 2008, a descoberta do corpo da menina Raquel Genofre, encontrado na Rodoferroviária de Curitiba — um caso que marcou a crônica policial brasileira.

    Em 2018, cobriu o Congresso Nacional.

    Pai de sete filhos e avô de três netas, aos 54 anos continua atuando como Editor-Chefe da Rede GNI e colunista do Direto ao Ponto, onde assina artigos de opinião com olhar crítico, humano e comprometido com a verdade.


    "Os comentários constituem reflexões analíticas, sem objetivo de questionar as instituições democráticas. Fundamentam-se no direito à liberdade de expressão, assegurado pela Constituição Federal. A liberdade de expressão é um direito fundamental garantido pela Constituição Federal brasileira, em seu artigo 5º, inciso IV, que afirma que "é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato"


    NOTA | Para ficar bem claro: utilizo a Inteligência Artificial em todos os meus textos apenas para corrigir eventuais erros de gramática, ortografia e pontuação.

error: Content is protected !!
Rolar para cima