Julgamento do Moraes, uma análise fria e sem paixão

Se os teus neurônios estão sadios e em franca atividade, não poderás furtar-te a concordar comigo que a (in)justiça brasileira tem artimanhas, saídas, chicanas e atalhos que nenhuma outra Justiça do planeta, ou até mesmo interplanetária, possui. E todas elas juntas.

Chega a ser surreal.

Com essa breve introdução em mente, o que podemos esperar do “julgamento”? Reparem nas aspas, do ministro Alexandre de Moraes?

Como diria meu avô:

“Espere pelo inesperado”.

Vistas, discussões, empate, voto de minerva, bate bocas, ameaças explícitas ou veladas, confusão, tentativas de agressão ou coisas ainda piores. Enfim, como diria Seu Milton, um botafoguense apaixonado por política:

“Espere pelo inesperado”.

Tenho muitas, algumas ou nenhuma expectativa? A resposta é sim para todas as opções.

Então, qual é a minha verdadeira esperança?

Em Deus!

Na Bíblia, na versão ARA, está escrito:

“A soberba precede a ruína, e a altivez do espírito, a queda.”

E também está escrito:

“De Deus não se zomba”, como fizeram recentemente Gilmar, Dino e o “perdeu, Mané”.

E, por fim: Donald Trump.

De alguma forma, anotem: hoje pode ser o princípio do fim do poder de Alexandre de Moraes. O tempo dirá se estamos diante de uma simples batalha jurídica ou do início de uma mudança muito maior.

Uma coisa, porém, eu continuo afirmando: acima de tribunais, ministros, governos e homens poderosos, existe um Deus que continua soberano. A partir das 10:00 saberemos a verdade.

Léo Vilhena 

Autor

  • Sobre o autor

    Léo Vilhena é fundador da Rede GNI e atua há mais de 25 anos como jornalista e repórter, com passagens por veículos como Jornal Unidade Cristã, Revista Magazine, Rede CBC, Rede Brasil e Rede CBN/MS. Recebeu o Prêmio de Jornalista Independente, em 2017, pela reportagem “Samu – Uma Família de Socorristas”, concedido pela União Brasileira de Profissionais de Imprensa. Também foi homenageado com Moções de Aplausos pelas Câmaras Municipais de Porto Murtinho, Curitiba e Campo Grande.

    Foi o primeiro fotojornalista a registrar, na madrugada de 5 de novembro de 2008, a descoberta do corpo da menina Raquel Genofre, encontrado na Rodoferroviária de Curitiba — um caso que marcou a crônica policial brasileira.

    Em 2018, cobriu o Congresso Nacional.

    Pai de sete filhos e avô de três netas, aos 54 anos continua atuando como Editor-Chefe da Rede GNI e colunista do Direto ao Ponto, onde assina artigos de opinião com olhar crítico, humano e comprometido com a verdade.


    "Os comentários constituem reflexões analíticas, sem objetivo de questionar as instituições democráticas. Fundamentam-se no direito à liberdade de expressão, assegurado pela Constituição Federal. A liberdade de expressão é um direito fundamental garantido pela Constituição Federal brasileira, em seu artigo 5º, inciso IV, que afirma que "é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato"


    NOTA | Para ficar bem claro: utilizo a Inteligência Artificial em todos os meus textos apenas para corrigir eventuais erros de gramática, ortografia e pontuação.

error: Content is protected !!
Rolar para cima