Assistimos ao mais deplorável embate entre SUPOSTOS guardiões da Constituição de 1988 e dois ministros que tiveram a coragem de peitar o sistema: André Mendonça e Luiz Fux.
O show de horrores a que fomos submetidos, como meros espectadores do absurdo, beira a destruição da sanidade mental dos brasileiros, porque assistimos, de camarote, às mais vis e abjetas “defesas” do indefensável.
Não vou me estender neste artigo, para não vomitar, mas peço a sua permissão para destacar três momentos que colocam o esgoto em um patamar de limpeza absoluta, com todo o respeito ao esgoto:
O cinismo, a cara de pau e o profundo desprezo de Flávio Dino por Edson Fachin.
O careca do esgoto afirmar que o ministro André Mendonça teria pedido, em uma reunião reservada com delegados da Polícia Federal, o indiciamento do marido de Viviane é se aprofundar na mentira sem fim, quando pensamos que ele não pode piorar.
Gilmar Mendes declarar que, “mesmo se um ministro tenha cometido um ilícito, ou seu filho”, por uma suposta “ética”, nenhum outro ministro deve discordar. Inclusive, citou a Máfia Italiana como exemplo. Basta observar o contexto de seu voto. Assista abaixo.
Inacreditável.
O STF, com essa composição, não tem conserto.
Quando aqueles que deveriam zelar pela Constituição transformam um julgamento em espetáculo, a própria credibilidade da instituição passa a ser colocada em xeque.
Game over.
Léo Vilhena
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Sobre o autor
Léo Vilhena é fundador da Rede GNI e atua há mais de 25 anos como jornalista e repórter, com passagens por veículos como Jornal Unidade Cristã, Revista Magazine, Rede CBC, Rede Brasil e Rede CBN/MS. Recebeu o Prêmio de Jornalista Independente, em 2017, pela reportagem “Samu – Uma Família de Socorristas”, concedido pela União Brasileira de Profissionais de Imprensa. Também foi homenageado com Moções de Aplausos pelas Câmaras Municipais de Porto Murtinho, Curitiba e Campo Grande.
Foi o primeiro fotojornalista a registrar, na madrugada de 5 de novembro de 2008, a descoberta do corpo da menina Raquel Genofre, encontrado na Rodoferroviária de Curitiba — um caso que marcou a crônica policial brasileira.
Em 2018, cobriu o Congresso Nacional.
Pai de sete filhos e avô de três netas, aos 54 anos continua atuando como Editor-Chefe da Rede GNI e colunista do Direto ao Ponto, onde assina artigos de opinião com olhar crítico, humano e comprometido com a verdade.
"Os comentários constituem reflexões analíticas, sem objetivo de questionar as instituições democráticas. Fundamentam-se no direito à liberdade de expressão, assegurado pela Constituição Federal. A liberdade de expressão é um direito fundamental garantido pela Constituição Federal brasileira, em seu artigo 5º, inciso IV, que afirma que "é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato"
NOTA | Para ficar bem claro: utilizo a Inteligência Artificial em todos os meus textos apenas para corrigir eventuais erros de gramática, ortografia e pontuação.